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Quase na ativa...
Cartas,relatos,poêmas,pensamentos e desatinos
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::FICHA::
Nome: Luciano Ferreira Gomes
Niver: 08/abril/1982
orkut: Luciano Senador
e-mail: linkfg@hotmail.com
Cidade: Rio de Janeiro
Nick: Linkfg
Humor: Feliz
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Segunda-feira, Setembro 18
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Boa resposta!
:::Aconteceu na PUC:::
Uma professora estava dando orientações para os alunos acerca da prova final que ocorreria no dia seguinte. Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.
Um engraçadinho, que sentava no fundo da classe, perguntou com aquele velho ar de cinismo: - Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual?
A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando pacientemente que o silêncio fosse restabelecido. Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu: - Isto não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de múltipla escolha, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão... Ou, se não puder se sentar, pode respondê-la em pé.....
(Fato Verídico)
Nossas chaves
(Alan Pereira - Vila Industrial / SP)
"Se as nossas chaves não abriram as portas que desejávamos,
se nossos fracassos ocasionais nos levaram ao desânimo,
é hora de utilizar as forças da
natureza, da qual somos filhos.
Todos os dias tudo recomeça na
natureza e, a cada amanhecer,
surge uma nova chance para recomeçar
um caminho que possa nos
conduzir a destinos melhores.
Por isso, aproveite a folha em branco
que a vida nos dá todos os dias.
Veja, sobretudo, quão maravilhoso
é poder ter na oportunidade do recomeço,
a chance de poder tentar tudo de novo."
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Silenciar só por amor
Silenciar sobre os defeitos dos outros é caridade
Silênciar sobre sua própria pessoa é humildade.
Silenciar diante do sofrimento alheio é covardia.
Silenciar quando o outro está falando é delicadeza.
Silenciar quando o outro espera uma palavra é omissão.
Silenciar quando não há necessidade de falar é prudência?.
O silêncio, muitas vezes, tem um poder muito maior de trazer resultados numa
relação do que falar e expor os fatos que a todos incomodam. Saber a hora
de calar é compreender a necessidade de reflexão, mas identificar a hora
certa de falar ou calar é que trará luz aos fatos. Sem dúvida podemos afirmar
que quando ignoramos esse "momentum" podemos interferir inadequadamente na
vida e também nas condições físicas, emocionais e psicológicas de todos os
envolvidos.
Sempre existe uma causa para um comportamento inadequado e errar é inerente
à toda natureza humana, é inclusive necessário para nosso aprendizado na
vida; só evoluimos através dele.
A decadência de um relacionamento começa quando não conseguimos mais enxergar
nada de positivo no outro, quando não há mais respeito mas, principalmente,
"quando não existe intenção e boa vontade de um dos parceiros em relevar
os aspectos negativos do outro, considerando somente as qualidades positivas
e atrativas". Permanecer nessa situação de "total falta de comunicação? leva
as pessoas à depressão e a atitudes de desespero.
Qualquer forma de expressão é mais saudável que a tortura de conviver com
o silêncio do outro. Diz a canção: ?dói mais teu silêncio do que tua agressão".
Somos todos muito diferentes e nos iludimos achando que existe a "tampa da
nossa panela", mas bastam alguns segundos de conversa entre duas pessoas
para constatarmos que a percepção da realidade de uma é diferente da outra.
Cada um de nós tem uma verdade e se a considerarmos sob uma ?percepção rígida
e inflexível" ofuscaremos qualquer possibilidade de compreender a do outro.
Para muitos "tentar essa compreensão" significa perder sua identidade, se
anular, se diminuir.
Um grande filósofo já disse: "Você quer ter razão ou prefere ser feliz?"
Evitaríamos muita coisa nos calando, silenciando, mas muita coisa também
seria evitada se falássemos, se nos comunicássemos, se tivéssemos diálogo
e consideração pelo outro.
Esse silêncio inoportuno, na hora errada, é também uma forma de violência.
É uma situação velada que não causa tanto impacto na sociedade quanto a violência
física, por não existir manifestação explícita e aparente de agressão, porém
é uma realidade tão cruel quanto a outra; a diferença é que a segunda deixa
marcas visíveis, contudo na primeira, as feridas podem ser mais profundas
e perigosas, porque se trata de uma violência emocional. A violência emocional
destrói a auto-estima do outro. A agressão verbal é uma violência também,
mas é real, concreta, deixa para o outro uma oportunidade de "concluir algo
e de ter uma referência". O silêncio indiferente ou a simples ausência de
diálogo, é a omissão de um comentário ou argumento esperado para o momento
e, portanto, machuca muito mais.
Nesse tipo de violência também acontecem a depreciação da família e do trabalho
do outro. Esclarecer e aceitar as diferenças é aceitar a verdade do outro,
é admitir o nosso equívoco diante de uma realidade: "as diferenças não atrapalham
a convivência"! Elas, em certos momentos, nos aproximam justamente porque
nos afastam da rotina. É o que geralmente acontece quando se inicia uma nova
relação. Quando os relacionamentos começam, são essas diferenças que "fascinam"
os parceiros. A novidade e a surpresa provocam uma vibração que motiva e
colore a relação, porém, quando é necessário conviver com elas rotineiramente,
não resistimos e calamos, silenciamos.
Amor se demonstra em atitudes concretas. Mesmo com todas as dificuldades
da vida, quando ainda existe respeito, perseverança e disposição de compreender,
alegria em compartilhar, vemos os dias seguirem com o fortalecimento dos
laços que unem um casal. É no dia-a-dia que se solidificam os relacionamentos.
Sentimentos que não são traduzidos em atos não alcançam o outro e quando
nossas atitudes demonstram mais ressentimento e indiferença que afeição ficamos
atordoados, sem chão.
Lembre-se: amor, atenção, carinho e amizade não se pedem. Apenas se recebem.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se
sente inteiro e que ouve isso do outro.
O silêncio é plenitude de comunicação. Evitar o silêncio negativo do mau-humor,
da agressividade, do desgosto, da raiva e, principalmente, da ?ausência?,
é demonstrar sensibilidade, afetividade e respeito. O silêncio quando é amor,
fala e quando é desamor, agride. O ato de falar e o de calar precisam um
do outro, pois quem fala quer ser ouvido e para ouvir é preciso calar. Vamos
aprender a arte de silenciar só por amor!
por El Morya Luz
A Oração da Serenidade fala em aceitar as coisas que não podemos modificar
e essa aceitação não deve ser confundida com a indiferença.
Oração da Serenidade
Concedei-nos, Senhor,
a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar,
coragem para modificar aquelas que podemos
e sabedoria para distinguir umas das outras.
Por Lean Akbar.
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O verdadeiro significado de...
ABREVIATURA ¿ ato de se abrir um carro de polícia
ALOPATIA ¿ dar um telefonema pra tia
CÁLICE ¿ ordem de ficar calado
CAMINHÃO ¿ estrada muito grande
CATÁLOGO ¿ ato de apanhar coisas rapidamente
DESTILADO ¿ aquilo que não está do lado de lá
DETERGENTE ¿ ato de prender indivíduos suspeitos
ESFERA ¿ animal feroz amansado
KARMA ¿ expressão mineira para evitar o pânico
QUARTZO ¿ partze ou aposentzo de um apartamentzo
RAZÃO ¿ largo, muito extenso, porém pouco profundo
SIMPATIA ¿ concordando com a irmã da mãe
SOSSEGA ¿ mulher desprovida de visão
TALENTO ¿ característica de alguma coisa devagar
TÍPICA ¿ o que o mosquito faz
VATAPÁ ¿ ordem dada por prefeito de cidade esburacada
VIDENTE ¿ dentista falando sobre seu trabalho
VOLÁTIL ¿ sobrinho avisando aonde vai.
(Revista Seleções - Agosto/2005)
Não é gostoso ficar sem ter o que fazer; o divertido é estar cheia de obrigações e não fazer nada. (Mary Little)
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Pai-Nosso
Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando meu coração ao amor.
Será inútil dizer: pai nosso.
Se os meus valores são representados pelos bens da terra.
Será inútil dizer: que estais no céu.
Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo.
Será inútil dizer: santificado seja o vosso nome.
Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades.
Será inútil dizer: venha a nós o vosso reino.
Se no fundo o que quero mesmo é que todos os meus desejos se realizem.
Será inútil dizer: seja feita a vossa vontade.
Se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome.
Será inútil dizer: o pão nosso de cada dia nos dai hoje.
Se não importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho.
Será inútil dizer: perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
Se escolho sempre o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho certo.
Será inútil dizer: e não deixes cair em tentação.
Se por minha vontade procuro os prazeres materiais e tudo o que é proibido me seduz.
Será inútil dizer: livrai-nos do mal.
Se sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar.
Será inútil dizer: amém.
( por Cida Espurdari)
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